quinta-feira, outubro 1

Porque alguém me disse, ser este o poema que mais apreciava

Perturba-me o teu ser
Tão oblíquo e bifronte
Pareço-me perder
Num sem fim de horizonte.

Sorte vil e degradante
Desta alma separada,
Cresce-me a vontade de um cavaleiro errante
Que de luta em luta salvaguarda a sua amada.

Qual espada de Excalibur,
Qual pesado peso da Fortuna,
É da alma
Que sinto esta paz oportuna.

Sentimento puro e desconcertante…
Se isto é querer,
Satisfaça-me o ser
Tão nobre e desgastado
De antes haver lutado.

jf.

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